O território brasileiro está localizado na América do Sul, apresenta extensão territorial de 8.514.876 Km2, é o quinto maior país do planeta, só é menor que os territórios da Rússia, Canadá, China e Estados Unidos, respectivamente.
É composto por 26 Estados e 1 Distrito Federal, divididos em 5 Regiões. As Regiões e os respectivos Estados integrantes são:
Região Sul: Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Região Sudeste: Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.
Região Centro-Oeste: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
Região Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Região Norte: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
Território Brasileiro
Sua área corresponde a, aproximadamente, 1,6% de toda a superfície do planeta, ocupando 5,6% das terras emersas do globo, 20,8% da área de toda a América e 48% da América do Sul. A sua grande extensão territorial proporciona ao país fronteira com quase todos os países sul-americanos, apenas Chile e Equador não fazem fronteira com o Brasil. Por esses aspectos, o Brasil é considerado um país com dimensões continentais.
A área que corresponde ao Brasil apresenta 4.319,4 Km de distância no sentido leste – oeste, os extremos são a Serra Contamana, a oeste, com longitude de 73°59’32”; e Ponta do Seixas, a leste, com longitude 34°47’30”. Os extremos no sentido norte – sul apresentam 4.394,7 Km de distância e são compostos pelo Monte Caburaí, ao norte do território, com latitude 5°16’20”; e Arroio Chuí, ao sul, com latitude 33°45’03”.
O território brasileiro está localizado, em sua totalidade, a oeste do meridiano de Greenwich, portanto, sua área está localizada no hemisfério ocidental. A linha do Equador passa no extremo norte do Brasil, fazendo com que 7% de seu território pertença ao hemisfério setentrional e 93% localizados no hemisfério meridional.
A área que corresponde ao Brasil apresenta 4.319,4 Km de distância no sentido leste – oeste, os extremos são a Serra Contamana, a oeste, com longitude de 73°59’32”; e Ponta do Seixas, a leste, com longitude 34°47’30”. Os extremos no sentido norte – sul apresentam 4.394,7 Km de distância e são compostos pelo Monte Caburaí, ao norte do território, com latitude 5°16’20”; e Arroio Chuí, ao sul, com latitude 33°45’03”.
O território brasileiro está localizado, em sua totalidade, a oeste do meridiano de Greenwich, portanto, sua área está localizada no hemisfério ocidental. A linha do Equador passa no extremo norte do Brasil, fazendo com que 7% de seu território pertença ao hemisfério setentrional e 93% localizados no hemisfério meridional.
Estados Brasileiros
Os 26 Estados do Brasil e o Distrito Federal estão divididos em 5 Regiões, são elas:
Região Norte:
Acre - Capital: Rio Branco. Extensão territorial: 152.581,388 Km2
Amapá - Capital: Macapá. Extensão territorial: 142.814,585 Km2
Amazonas - Capital: Manaus. Extensão territorial: 1.570.745,680 Km2
Pará - Capital: Belém. Extensão territorial: 1.247.689,515 Km2
Rondônia - Capital: Porto Velho. Extensão territorial: 237.576,167 Km2
Roraima – Capital: Boa Vista. Extensão territorial: 224.298,980 Km2
Tocantins - Capital: Palmas. Extensão territorial: 277.620,914 Km2
Região Nordeste
Alagoas - Capital: Maceió. Extensão territorial: 27.767,661 Km2
Bahia - Capital: Salvador. Extensão territorial: 564.692,669 Km2
Ceará - Capital: Fortaleza. Extensão territorial: 148.825,602 Km2
Maranhão - Capital: São Luis. Extensão territorial: 331.983,293 Km2
Paraíba - Capital: João Pessoa. Extensão territorial: 56.439,838 Km2
Pernambuco - Capital: Recife. Extensão territorial: 98.311,616 Km2
Piauí - Capital: Teresina. Extensão territorial: 251.529,186 Km2
Rio Grande do Norte - Capital: Natal. Extensão territorial: 52.796,791 Km2
Sergipe - Capital: Aracajú. Extensão territorial: 21.910,348 Km2
Região Centro-Oeste
Goiás - Capital: Goiânia. Extensão territorial: 340.086,698 Km2
Mato Grosso - Capital: Cuiabá. Extensão territorial: 903.357,908 Km2
Mato Grosso do Sul - Capital: Campo Grande. Extensão territorial: 357.124,962 Km2
Distrito Federal - Capital: Brasília. Extensão territorial: 5.801,937 Km2
Região Sudeste
Espírito Santo - Capital: Vitória. Extensão territorial: 46.077,519 Km2
Minas Gerais - Capital: Belo Horizonte. Extensão territorial: 586.528,293 Km2
São Paulo - Capital: São Paulo. Extensão territorial: 248.209,426 Km2
Rio de Janeiro - Capital: Rio de Janeiro. Extensão territorial: 43.696,054 Km2
Região Sul
Paraná - Capital: Curitiba. Extensão territorial: 199.314,850 Km2
Rio Grande do Sul - Capital: Porto Alegre. Extensão territorial: 281.748,538 Km2
Santa Catarina – Capital: Florianópolis. Extensão territorial: 95.346,181 Km2
Região Norte:
Acre - Capital: Rio Branco. Extensão territorial: 152.581,388 Km2
Amapá - Capital: Macapá. Extensão territorial: 142.814,585 Km2
Amazonas - Capital: Manaus. Extensão territorial: 1.570.745,680 Km2
Pará - Capital: Belém. Extensão territorial: 1.247.689,515 Km2
Rondônia - Capital: Porto Velho. Extensão territorial: 237.576,167 Km2
Roraima – Capital: Boa Vista. Extensão territorial: 224.298,980 Km2
Tocantins - Capital: Palmas. Extensão territorial: 277.620,914 Km2
Região Nordeste
Alagoas - Capital: Maceió. Extensão territorial: 27.767,661 Km2
Bahia - Capital: Salvador. Extensão territorial: 564.692,669 Km2
Ceará - Capital: Fortaleza. Extensão territorial: 148.825,602 Km2
Maranhão - Capital: São Luis. Extensão territorial: 331.983,293 Km2
Paraíba - Capital: João Pessoa. Extensão territorial: 56.439,838 Km2
Pernambuco - Capital: Recife. Extensão territorial: 98.311,616 Km2
Piauí - Capital: Teresina. Extensão territorial: 251.529,186 Km2
Rio Grande do Norte - Capital: Natal. Extensão territorial: 52.796,791 Km2
Sergipe - Capital: Aracajú. Extensão territorial: 21.910,348 Km2
Região Centro-Oeste
Goiás - Capital: Goiânia. Extensão territorial: 340.086,698 Km2
Mato Grosso - Capital: Cuiabá. Extensão territorial: 903.357,908 Km2
Mato Grosso do Sul - Capital: Campo Grande. Extensão territorial: 357.124,962 Km2
Distrito Federal - Capital: Brasília. Extensão territorial: 5.801,937 Km2
Região Sudeste
Espírito Santo - Capital: Vitória. Extensão territorial: 46.077,519 Km2
Minas Gerais - Capital: Belo Horizonte. Extensão territorial: 586.528,293 Km2
São Paulo - Capital: São Paulo. Extensão territorial: 248.209,426 Km2
Rio de Janeiro - Capital: Rio de Janeiro. Extensão territorial: 43.696,054 Km2
Região Sul
Paraná - Capital: Curitiba. Extensão territorial: 199.314,850 Km2
Rio Grande do Sul - Capital: Porto Alegre. Extensão territorial: 281.748,538 Km2
Santa Catarina – Capital: Florianópolis. Extensão territorial: 95.346,181 Km2
Formação Geológia Brasileira
Área de mineração na Serra dos Carajás, nesse local é extraído minério de ferro formado em escudos cristalinos.
A realização de estudos direcionados ao conhecimento geológico é de extrema importância para saber quais são as principais jazidas minerais e quantidade que existe no subsolo. Tal informação proporciona o racionamento da extração de determinados minérios, de maneira que não comprometa sua reserva para o futuro.
A superfície brasileira é constituída basicamente por três estruturas geológicas: escudos cristalinos, bacias sedimentares e terrenos vulcânicos.
• Escudos cristalinos: são áreas cuja superfície se constituiu no Pré-Cambriano, essa estrutura geológica abrange aproximadamente 36% do território brasileiro. Nas regiões que se formaram no éon Arqueano (o qual ocupa cerca de 32% do país) existem diversos tipos de rochas, com destaque para o granito. Em terrenos formados no éon Proterozoico, são encontradas rochas metamórficas, onde se forma minerais como ferro e manganês.
• Bacias sedimentares: estrutura geológica de formação mais recente, que abrange pelo menos 58% do país. Em regiões onde o terreno se formou na era Paleozoica, existem jazidas carboníferas. Em terrenos formados na era Mesozoica, existem jazidas petrolíferas. Em áreas da era Cenozoica ocorre um intenso processo de sedimentação, correspondem às planícies.
• Terrenos vulcânicos: esse tipo de estrutura ocupa somente 8% do território nacional, isso acontece por ser uma formação mais rara. Tais terrenos foram submetidos a derrames vulcânicos, as lavas deram origem a rochas, como o basalto e o diabásio, o primeiro é responsável pela formação dos solos mais férteis do Brasil, a “terra rocha”.
Clima Brasileiro

Principais climas do Brasil.

O pantanal é um rico domínio vegetal brasileiro.

Floresta Amazônica: é uma cobertura vegetal de origem equatorial constituída por uma grande variedade de espécies com grande concentração de plantas higrófilas, as árvores são de grande porte e copas largas, ou mata fechada, essa pode ser encontrada nos Estados do norte do país. Apesar de aparentemente apresentar uma cobertura homogênea existem diferenças, dessa forma podem ser classificadas em Mata de igapó (ocorre nas margens de rios que se encontram alagadas o ano todo), Mata de várzea (abriga uma imensa variedade de espécie e passa por inundações em determinados períodos do ano) e Mata de terra firme (não sofre inundações e ocupa grande parte da região).

Mata Atlântica: corresponde a uma cobertura vegetal tropical com árvores altas e densas, atualmente só resta um pequeno percentual, cerca de 7% , dessa importante vegetação que já cobriu grande parte do Brasil, pois cobria desde o litoral do Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte e algumas partes mais interiores como São Paulo, Minas Gerais e Paraná e já abrigou uma riquíssima biodiversidade e ecossistemas.

Caatinga: vegetação característica de clima semi-árido que ocorre no sertão nordestino, constituído por plantas adaptadas à escassez de água, possui aspectos singulares com caules grossos e raízes profundas para garantir a sobrevivência ao longo de extensos períodos sem chuvas, nesses momentos essas plantas perdem suas folhas para evitar a transpiração e perda de umidade.

Floresta subtropical ou Araucária: ocorre na região sul onde prevalece o clima subtropical, dessa vegetação aciculifoliada, de árvores que atingem até 30 m e faz parte da família das coníferas, devido à intensa exploração através da agricultura e extração de madeira, só restam 3% do total original.

Cerrados: vegetação composta em geral por vegetais com troncos retorcidos e folhas grossas, é influenciado pelo clima tropical típico, com duas estações bem definidas, sendo uma seca e uma chuvosa. Essa cobertura vegetal é mais comum no centro-oeste do Brasil. O cerrado não é uma vegetação homogênea, pois existem variações em sua composição, desse modo existem os subsistemas do cerrado que são: cerradão, cerrado comum ou típico, campos e cerrado. A tortuosidade das árvores do cerrado é proveniente da acidez do solo e da alta concentração de hidróxido de alumínio.

Pantanal: nesse domínio é possível identificar uma série de coberturas vegetais, desse modo a região pode ser compreendida como sendo uma área de transição entre diferentes tipos de ecossistemas apresentados no território brasileiro. Diante da heterogeneidade do pantanal quanto a cobertura vegetal podemos destacar a presença de campos que periodicamente permanecem inundados no período chuvoso, além de floresta tropical e equatorial, esse domínio ocorre nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O pantanal é conhecido como um refúgio ecológico.

Campos: corresponde a um tipo de vegetação que possui plantas rasteiras compostas por gramíneas herbáceas e arbustos, essa característica vegetal ocorre com maior concentração no estado do Rio Grande do Sul.

Vegetação litorânea: conhecida também por áreas de mangues, essa vegetação é encontrada em regiões costeiras, composta por arbustos e espécies arbóreas e pode ser classificada em: mangue-vermelho, mangue-branco e mangue-siriúbo

A mineração gera grande parte da matéria-prima dos produtos que adquirimos.
A superfície brasileira é constituída basicamente por três estruturas geológicas: escudos cristalinos, bacias sedimentares e terrenos vulcânicos.
• Escudos cristalinos: são áreas cuja superfície se constituiu no Pré-Cambriano, essa estrutura geológica abrange aproximadamente 36% do território brasileiro. Nas regiões que se formaram no éon Arqueano (o qual ocupa cerca de 32% do país) existem diversos tipos de rochas, com destaque para o granito. Em terrenos formados no éon Proterozoico, são encontradas rochas metamórficas, onde se forma minerais como ferro e manganês.
• Bacias sedimentares: estrutura geológica de formação mais recente, que abrange pelo menos 58% do país. Em regiões onde o terreno se formou na era Paleozoica, existem jazidas carboníferas. Em terrenos formados na era Mesozoica, existem jazidas petrolíferas. Em áreas da era Cenozoica ocorre um intenso processo de sedimentação, correspondem às planícies.
• Terrenos vulcânicos: esse tipo de estrutura ocupa somente 8% do território nacional, isso acontece por ser uma formação mais rara. Tais terrenos foram submetidos a derrames vulcânicos, as lavas deram origem a rochas, como o basalto e o diabásio, o primeiro é responsável pela formação dos solos mais férteis do Brasil, a “terra rocha”.
Clima Brasileiro
Principais climas do Brasil.
O Brasil tem 93% de seu território localizado no hemisfério sul, o restante (7%) encontra no hemisfério norte, isso significa que o território está na zona intertropical do planeta, com exceção da região Sul.
Em virtude da imensidão do território brasileiro (8 514 876 km²), são identificados diversos tipos de climas, sendo os principais: equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical úmido, semiárido e subtropical.
O clima equatorial é identificado em quase todos os Estados da região Norte, além de parte do Mato Grosso e Maranhão. Essa característica climática se caracteriza pela elevada temperatura, grande umidade e baixa amplitude térmica, variando entre 24°C e 26°C ao ano. A quantidade de chuvas é abundante, com índices pluviométricos superiores a 2.000 mm, praticamente não é percebido períodos de estiagem. A floresta Amazônica sofre influência desse clima.
O clima tropical influencia grande parte do centro do país, especialmente os Estados do Centro-Oeste, incluindo ainda partes do Maranhão, Piauí, Ceará, Bahia e Minas Gerais. Em geral, as temperaturas são elevadas em boa parte do ano, com média de 24°C, a amplitude térmica oscila entre 5°C e 6°C ao ano. A quantidade de chuvas gira em torno de 1 500 mm ao ano, com duas estações bem definidas: uma seca (maio a setembro) e outra chuvosa (outubro a abril).
O clima tropical de altitude se apresenta em regiões serranas e de planaltos, especialmente na região Sudeste. Nesses locais há baixa amplitude térmica, a temperatura média oscila entre 17°C e 22°C e a quantidade chuvas é de 1.500 mm ao ano.
O clima tropical úmido ocorre, principalmente, no litoral oriental e sul do Brasil, é caracterizado pela alta temperatura e o elevado teor de umidade. As temperaturas médias anuais giram em torno de 25°C e os índices pluviométricos entre 1250 mm e 2.000mm.
O clima semiárido é típico da região Nordeste, especialmente no interior, lugar conhecido como polígono da seca, em razão da escassez de chuva. Apresenta temperaturas elevadas o ano todo, a média anual varia entre 26°C e 28°C. As chuvas são escassas, com uma média anual inferior a 750 mm, além disso, são mal distribuídas.
O clima subtropical ocorre unicamente na região Sul, essa característica climática se distingue totalmente do restante do Brasil. As médias anuais de temperatura giram em torno de 18°C, com alta amplitude térmica. As chuvas são bem distribuídas, os índices pluviométricos superam os 1.250 mm ao ano.
Em virtude da imensidão do território brasileiro (8 514 876 km²), são identificados diversos tipos de climas, sendo os principais: equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical úmido, semiárido e subtropical.
O clima equatorial é identificado em quase todos os Estados da região Norte, além de parte do Mato Grosso e Maranhão. Essa característica climática se caracteriza pela elevada temperatura, grande umidade e baixa amplitude térmica, variando entre 24°C e 26°C ao ano. A quantidade de chuvas é abundante, com índices pluviométricos superiores a 2.000 mm, praticamente não é percebido períodos de estiagem. A floresta Amazônica sofre influência desse clima.
O clima tropical influencia grande parte do centro do país, especialmente os Estados do Centro-Oeste, incluindo ainda partes do Maranhão, Piauí, Ceará, Bahia e Minas Gerais. Em geral, as temperaturas são elevadas em boa parte do ano, com média de 24°C, a amplitude térmica oscila entre 5°C e 6°C ao ano. A quantidade de chuvas gira em torno de 1 500 mm ao ano, com duas estações bem definidas: uma seca (maio a setembro) e outra chuvosa (outubro a abril).
O clima tropical de altitude se apresenta em regiões serranas e de planaltos, especialmente na região Sudeste. Nesses locais há baixa amplitude térmica, a temperatura média oscila entre 17°C e 22°C e a quantidade chuvas é de 1.500 mm ao ano.
O clima tropical úmido ocorre, principalmente, no litoral oriental e sul do Brasil, é caracterizado pela alta temperatura e o elevado teor de umidade. As temperaturas médias anuais giram em torno de 25°C e os índices pluviométricos entre 1250 mm e 2.000mm.
O clima semiárido é típico da região Nordeste, especialmente no interior, lugar conhecido como polígono da seca, em razão da escassez de chuva. Apresenta temperaturas elevadas o ano todo, a média anual varia entre 26°C e 28°C. As chuvas são escassas, com uma média anual inferior a 750 mm, além disso, são mal distribuídas.
O clima subtropical ocorre unicamente na região Sul, essa característica climática se distingue totalmente do restante do Brasil. As médias anuais de temperatura giram em torno de 18°C, com alta amplitude térmica. As chuvas são bem distribuídas, os índices pluviométricos superam os 1.250 mm ao ano.
Vegetação Brasileira
O pantanal é um rico domínio vegetal brasileiro.
A palavra fitogeografia quer dizer geografia dos vegetais ou como esses estão dispersos e classificados ao longo de um território. As vegetações presentes no planeta são derivadas de uma série de elementos, tais como luminosidade, temperatura, variedade de solo e umidade.
Os elementos que mais determinam uma vegetação são o clima e o solo, esses são responsáveis pela variedade de espécies da flora, um exemplo disso são as zonas intertropicais que devido o calor e a umidade apresentam grandes florestas.
Os vegetais são distintos por causa de muitos fatores, um deles é proveniente da quantidade de água que determinadas plantas necessitam para sua manutenção, nesse caso existem três tipos distintos: as higrófilas que se proliferam em ambientes com grande concentração de umidade, as hidrófilas representam o grupo de vegetais que são adaptadas à água e as xerófilas flora que sobrevivem com a escassez de água.
No caso das vegetações presentes no território brasileiro é bom ressaltar que o fato de estudar as coberturas vegetais do Brasil não quer dizer que essas estão com seu aspecto natural, diante disso o que é abordado é o estudo dos aspectos vegetativos originais, pois o espaço geográfico do país vem passando por uma série de transformações para atender os interesses e as atividades humanas.
O território brasileiro abriga uma variedade de coberturas vegetais proveniente de muitos fatores, dentre os principais estão: a localização geográfica onde há uma elevada temperatura, além de possuir uma extensa área de aspecto continental, que também proporciona uma diversidade de fusos, climas, vegetações entre outros.
Apesar da grande diversidade natural da flora presente no Brasil, atualmente existe somente 60% de áreas conservadas, isso para atender as atividades produtivas como a produção agropecuária, o processo de urbanização e o extrativismo (vegetal, mineral e animal).
Levando em conta as características naturais e originais dos tipos de vegetações existentes no Brasil, podemos encontrar as principais que são:
Os elementos que mais determinam uma vegetação são o clima e o solo, esses são responsáveis pela variedade de espécies da flora, um exemplo disso são as zonas intertropicais que devido o calor e a umidade apresentam grandes florestas.
Os vegetais são distintos por causa de muitos fatores, um deles é proveniente da quantidade de água que determinadas plantas necessitam para sua manutenção, nesse caso existem três tipos distintos: as higrófilas que se proliferam em ambientes com grande concentração de umidade, as hidrófilas representam o grupo de vegetais que são adaptadas à água e as xerófilas flora que sobrevivem com a escassez de água.
No caso das vegetações presentes no território brasileiro é bom ressaltar que o fato de estudar as coberturas vegetais do Brasil não quer dizer que essas estão com seu aspecto natural, diante disso o que é abordado é o estudo dos aspectos vegetativos originais, pois o espaço geográfico do país vem passando por uma série de transformações para atender os interesses e as atividades humanas.
O território brasileiro abriga uma variedade de coberturas vegetais proveniente de muitos fatores, dentre os principais estão: a localização geográfica onde há uma elevada temperatura, além de possuir uma extensa área de aspecto continental, que também proporciona uma diversidade de fusos, climas, vegetações entre outros.
Apesar da grande diversidade natural da flora presente no Brasil, atualmente existe somente 60% de áreas conservadas, isso para atender as atividades produtivas como a produção agropecuária, o processo de urbanização e o extrativismo (vegetal, mineral e animal).
Levando em conta as características naturais e originais dos tipos de vegetações existentes no Brasil, podemos encontrar as principais que são:
Floresta Amazônica: é uma cobertura vegetal de origem equatorial constituída por uma grande variedade de espécies com grande concentração de plantas higrófilas, as árvores são de grande porte e copas largas, ou mata fechada, essa pode ser encontrada nos Estados do norte do país. Apesar de aparentemente apresentar uma cobertura homogênea existem diferenças, dessa forma podem ser classificadas em Mata de igapó (ocorre nas margens de rios que se encontram alagadas o ano todo), Mata de várzea (abriga uma imensa variedade de espécie e passa por inundações em determinados períodos do ano) e Mata de terra firme (não sofre inundações e ocupa grande parte da região).
Mata Atlântica: corresponde a uma cobertura vegetal tropical com árvores altas e densas, atualmente só resta um pequeno percentual, cerca de 7% , dessa importante vegetação que já cobriu grande parte do Brasil, pois cobria desde o litoral do Rio Grande do Sul até o Rio Grande do Norte e algumas partes mais interiores como São Paulo, Minas Gerais e Paraná e já abrigou uma riquíssima biodiversidade e ecossistemas.
Caatinga: vegetação característica de clima semi-árido que ocorre no sertão nordestino, constituído por plantas adaptadas à escassez de água, possui aspectos singulares com caules grossos e raízes profundas para garantir a sobrevivência ao longo de extensos períodos sem chuvas, nesses momentos essas plantas perdem suas folhas para evitar a transpiração e perda de umidade.
Floresta subtropical ou Araucária: ocorre na região sul onde prevalece o clima subtropical, dessa vegetação aciculifoliada, de árvores que atingem até 30 m e faz parte da família das coníferas, devido à intensa exploração através da agricultura e extração de madeira, só restam 3% do total original.
Cerrados: vegetação composta em geral por vegetais com troncos retorcidos e folhas grossas, é influenciado pelo clima tropical típico, com duas estações bem definidas, sendo uma seca e uma chuvosa. Essa cobertura vegetal é mais comum no centro-oeste do Brasil. O cerrado não é uma vegetação homogênea, pois existem variações em sua composição, desse modo existem os subsistemas do cerrado que são: cerradão, cerrado comum ou típico, campos e cerrado. A tortuosidade das árvores do cerrado é proveniente da acidez do solo e da alta concentração de hidróxido de alumínio.
Pantanal: nesse domínio é possível identificar uma série de coberturas vegetais, desse modo a região pode ser compreendida como sendo uma área de transição entre diferentes tipos de ecossistemas apresentados no território brasileiro. Diante da heterogeneidade do pantanal quanto a cobertura vegetal podemos destacar a presença de campos que periodicamente permanecem inundados no período chuvoso, além de floresta tropical e equatorial, esse domínio ocorre nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O pantanal é conhecido como um refúgio ecológico.
Campos: corresponde a um tipo de vegetação que possui plantas rasteiras compostas por gramíneas herbáceas e arbustos, essa característica vegetal ocorre com maior concentração no estado do Rio Grande do Sul.
Vegetação litorânea: conhecida também por áreas de mangues, essa vegetação é encontrada em regiões costeiras, composta por arbustos e espécies arbóreas e pode ser classificada em: mangue-vermelho, mangue-branco e mangue-siriúbo
Minerais Brasileiros.
A mineração gera grande parte da matéria-prima dos produtos que adquirimos.
O Brasil é detentor de uma infinidade de riquezas naturais, uma delas são os minérios, e se destaca principalmente na produção de ferro, bauxita (alumínio), manganês e nióbio.
O ferro é o principal minério destinado à exportação no Brasil, sua extração ocorre especialmente em Minas Gerais, no Quadrilátero Ferrífero; no Pará, na Serra dos Carajás; e no Mato Grosso do Sul, no Maciço do Urucum. Atualmente a produção é de aproximadamente 235 milhões de toneladas ao ano, o país ocupa o segundo lugar na produção desse minério em nível mundial.
A bauxita é extraída na Serra do Oriximiná, no Pará, o Estado é o principal produtor e abriga a maior concentração desse minério no país, a produção anual gira em torno de 17,4 milhões de toneladas, figurando como o terceiro maior produtor em escala planetária.
Anualmente são extraídos cerca de 1,3 milhão de toneladas de manganês, esse volume de produção faz com que o país ocupe o terceiro lugar da produção mundial. As jazidas principais se encontram na Serra dos Carajás, Quadrilátero Ferrífero e Maciço do Urucum. Países como Japão e Estados Unidos importam quase 50% da produção total nacional.
Os estados de Minas Gerais e Goiás respondem por grande parte da produção de nióbio, que atinge 38 mil toneladas ao ano, o que faz do país o maior produtor mundial. Esse minério tem seu uso difundido na fabricação de equipamentos de tecnologia de ponta.
O ferro é o principal minério destinado à exportação no Brasil, sua extração ocorre especialmente em Minas Gerais, no Quadrilátero Ferrífero; no Pará, na Serra dos Carajás; e no Mato Grosso do Sul, no Maciço do Urucum. Atualmente a produção é de aproximadamente 235 milhões de toneladas ao ano, o país ocupa o segundo lugar na produção desse minério em nível mundial.
A bauxita é extraída na Serra do Oriximiná, no Pará, o Estado é o principal produtor e abriga a maior concentração desse minério no país, a produção anual gira em torno de 17,4 milhões de toneladas, figurando como o terceiro maior produtor em escala planetária.
Anualmente são extraídos cerca de 1,3 milhão de toneladas de manganês, esse volume de produção faz com que o país ocupe o terceiro lugar da produção mundial. As jazidas principais se encontram na Serra dos Carajás, Quadrilátero Ferrífero e Maciço do Urucum. Países como Japão e Estados Unidos importam quase 50% da produção total nacional.
Os estados de Minas Gerais e Goiás respondem por grande parte da produção de nióbio, que atinge 38 mil toneladas ao ano, o que faz do país o maior produtor mundial. Esse minério tem seu uso difundido na fabricação de equipamentos de tecnologia de ponta.
Principais Áreas de Exploração
Extração de minério na Serra dos Carajás, Estado do Pará.
O território brasileiro é rico em minérios, o país é um dos maiores exploradores do mundo, junto com Rússia, Estados Unidos, Canadá, China e Austrália. Isso foi possível em razão de investimentos que propiciaram o crescimento dessa atividade nas últimas décadas.
Grande parte das empresas mineradoras não são genuinamente brasileiras, tendo em vista que são associadas a outras estrangeiras, oriundas principalmente dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Europa. As empresas estrangeiras inseriram tecnologias na extração de minérios e promoveram um significativo aumento na produção.
Para consolidar os projetos de mineração foram necessários imensos investimentos por parte das empresas mineradoras e também pelo governo brasileiro, o qual criou infraestrutura para sustentar tal empreendimento, como construção de hidrelétricas, ferrovias e portos. Tudo isso para facilitar a extração e o fluxo da produção.
As empresas estrangeiras de mineração se instalaram no Brasil atraídas por incentivos oferecidos pelo governo, como recursos minerais abundantes, incentivos fiscais, financiamentos bancários, descontos em pagamentos de energia e impostos.
Grande parte das empresas mineradoras não são genuinamente brasileiras, tendo em vista que são associadas a outras estrangeiras, oriundas principalmente dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Europa. As empresas estrangeiras inseriram tecnologias na extração de minérios e promoveram um significativo aumento na produção.
Para consolidar os projetos de mineração foram necessários imensos investimentos por parte das empresas mineradoras e também pelo governo brasileiro, o qual criou infraestrutura para sustentar tal empreendimento, como construção de hidrelétricas, ferrovias e portos. Tudo isso para facilitar a extração e o fluxo da produção.
As empresas estrangeiras de mineração se instalaram no Brasil atraídas por incentivos oferecidos pelo governo, como recursos minerais abundantes, incentivos fiscais, financiamentos bancários, descontos em pagamentos de energia e impostos.
Serra dos Carajás
Os esforços empregados pelo governo brasileiro não tem trazido retorno satisfatório para o país, isso porque grande parte da produção é destinada ao mercado externo, comercializado a preços baixos. Incluindo ainda que os lucros obtidos pelas empresas estrangeiras não permanecem no Brasil, pelo contrário, são enviados para os países de origem.
Atualmente, os principais minérios extraídos no Brasil são: ferro, bauxita (alumínio), manganês, nióbio. O Brasil é o segundo maior produtor de ferro do mundo, com cerca de 235 milhões de toneladas. São extraídos em jazidas localizadas no Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais; na Serra dos Carajás, no Pará; no Maciço do Urucum, no Mato Grosso do Sul. O ferro é o principal componente na fabricação do aço.
Na produção de bauxita, o Brasil é o terceiro em nível mundial, com uma produção de aproximadamente 17,4 milhões de toneladas. Sua extração acontece, exclusivamente, na Serra do Oriximiná, no Estado do Pará. Esse minério é usado na fabricação do alumínio, importante matéria-prima na produção de eletrodomésticos, material elétrico, dentre muitos outros.
O país é o terceiro produtor mundial de manganês, com uma produção aproximada de 1,3 milhão de toneladas ao ano. Sua extração ocorre, especialmente, em jazidas situadas na Serra dos Carajás, Quadrilátero Ferrífero e Maciço do Urucum. Grande parte da produção tem como destino o mercado externo, sendo absorvida principalmente pelos Estados Unidos, Europa e Japão. O manganês tem seu uso vinculado à fabricação do aço e de diversos produtos químicos.
O território brasileiro também é rico em nióbio, com uma produção anual de 38 mil toneladas, volume que coloca o país em primeiro lugar no mundo na extração desse minério. As reservas de nióbio se encontram basicamente em Minas Gerais e Goiás. Esse minério é muito importante, sendo usado na fabricação de turbinas de aviões, aparelhos de ressonância magnética e supercomputadores.
Atualmente, os principais minérios extraídos no Brasil são: ferro, bauxita (alumínio), manganês, nióbio. O Brasil é o segundo maior produtor de ferro do mundo, com cerca de 235 milhões de toneladas. São extraídos em jazidas localizadas no Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais; na Serra dos Carajás, no Pará; no Maciço do Urucum, no Mato Grosso do Sul. O ferro é o principal componente na fabricação do aço.
Na produção de bauxita, o Brasil é o terceiro em nível mundial, com uma produção de aproximadamente 17,4 milhões de toneladas. Sua extração acontece, exclusivamente, na Serra do Oriximiná, no Estado do Pará. Esse minério é usado na fabricação do alumínio, importante matéria-prima na produção de eletrodomésticos, material elétrico, dentre muitos outros.
O país é o terceiro produtor mundial de manganês, com uma produção aproximada de 1,3 milhão de toneladas ao ano. Sua extração ocorre, especialmente, em jazidas situadas na Serra dos Carajás, Quadrilátero Ferrífero e Maciço do Urucum. Grande parte da produção tem como destino o mercado externo, sendo absorvida principalmente pelos Estados Unidos, Europa e Japão. O manganês tem seu uso vinculado à fabricação do aço e de diversos produtos químicos.
O território brasileiro também é rico em nióbio, com uma produção anual de 38 mil toneladas, volume que coloca o país em primeiro lugar no mundo na extração desse minério. As reservas de nióbio se encontram basicamente em Minas Gerais e Goiás. Esse minério é muito importante, sendo usado na fabricação de turbinas de aviões, aparelhos de ressonância magnética e supercomputadores.
Pré-Sal Que ... essa?
Pré-sal é o nome dado às reservas de hidrocarbonetos em rochas calcárias que se localizam abaixo de camadas de sal. É o óleo (petróleo) descoberto em camadas de 5 a 7 mil metros de profundidade abaixo do nível do mar. É uma camada de aproximadamente 800 quilômetros de extensão por 200 quilômetros de largura, que vai do litoral de Santa Catarina ao do Espírito Santo. A discussão sobre a existência de uma reserva petrolífera na camada pré-sal ocorre desde a década de 1970, quando geólogos da Petrobras acreditavam nesse fato, porém, não possuíam tecnologia suficiente para a realização de pesquisas mais avançadas.
Localização da camada Pré-sal
Para extrair o óleo e o gás da camada pré-sal, será necessário ultrapassar uma lâmina d’água de mais de 2.000m, uma camada de 1.000m de sedimentos e outra de aproximadamente 2.000m de sal. É um processo complexo e que demanda tempo e dinheiro.
O petróleo encontrado nesta área engloba três bacias sedimentares (Santos, Campos e Espírito Santo), a capacidade estimulada da reserva pode proporcionar ao Brasil a condição de exportador de petróleo. Confirmada a hipótese, o governo brasileiro analisará a possibilidade de solicitar a adesão do país à OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Vários campos e poços de petróleo e gás natural já foram descobertos na camada pré-sal, entre eles estão o Tupi, Guará, Bem te vi, Carioca, Júpiter e Iara. Tupi é o principal campo de petróleo descoberto, tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos.
De acordo com a atual Lei do Petróleo, as áreas de exploração serão leiloadas entre diversas empresas nacionais e estrangeiras. As que derem o maior lance poderão procurar óleo por tempo determinado.
Conforme Haroldo Borges Rodrigues Lima, diretor geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), as descobertas do pré-sal irão triplicar as reservas de petróleo e gás natural do Brasil, a estimativa é que a produção alcance a marca de 50 bilhões de barris.
Segundo a Petrobras, a produção teste será iniciada em 2009, no campo de Tupi. O início da produção em larga escala está previsto para 2013 ou 2014.
O petróleo encontrado nesta área engloba três bacias sedimentares (Santos, Campos e Espírito Santo), a capacidade estimulada da reserva pode proporcionar ao Brasil a condição de exportador de petróleo. Confirmada a hipótese, o governo brasileiro analisará a possibilidade de solicitar a adesão do país à OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).
Vários campos e poços de petróleo e gás natural já foram descobertos na camada pré-sal, entre eles estão o Tupi, Guará, Bem te vi, Carioca, Júpiter e Iara. Tupi é o principal campo de petróleo descoberto, tem uma reserva estimada pela Petrobras entre 5 bilhões e 8 bilhões de barris de petróleo, sendo considerado uma das maiores descobertas do mundo dos últimos sete anos.
De acordo com a atual Lei do Petróleo, as áreas de exploração serão leiloadas entre diversas empresas nacionais e estrangeiras. As que derem o maior lance poderão procurar óleo por tempo determinado.
Conforme Haroldo Borges Rodrigues Lima, diretor geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), as descobertas do pré-sal irão triplicar as reservas de petróleo e gás natural do Brasil, a estimativa é que a produção alcance a marca de 50 bilhões de barris.
Segundo a Petrobras, a produção teste será iniciada em 2009, no campo de Tupi. O início da produção em larga escala está previsto para 2013 ou 2014.
Veja Mais
Petróleo - A formação desta importante fonte de nergia.
Petróleo no Brasil - A trajetória desse recurso fóssil na economia brasileira.
Crise do Petróleo - O elevamento dos preços dos barris de petróleo no mercado internacional.
História do Petróleo no Brasil - Do monopólio Varguista à construção da P-50.
Guerras: Guerra do Golfo - Uma guerra motivada pelo ouro negro.
Hidrografia Brasileira

As bacias hidrográficas brasileiras.

Rio Amazonas

Rio Tietê em São Paulo.
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Hidrografia Brasileira
As bacias hidrográficas brasileiras.
O Brasil possui um território privilegiado em potencial hídrico, detém uma das maiores reservas de água doce do mundo, essas estão distribuídas em rios caudalosos que compõem bacias hidrográficas de longas extensões, favorecem a produção de energia elétrica e também a navegação.
Principais aspectos da hidrografia brasileira
Principais aspectos da hidrografia brasileira
Rio Amazonas
• Grande incidência de rios torrenciais com uma grande abundancia de água e perenes, isso em decorrência do clima predominantemente úmido que prevalece no país, salvo os rios do sertão nordestino que possuem rios sazonais (temporários).
• Preponderância de foz (onde termina o curso de um rio) dos rios do tipo estuário (a foz se abre largamente sem acumulação de sedimentos) e restrita ocorrência de foz tipo delta (quando há um grande acúmulo de sedimentos na foz do rio).
• As variações fluviais das bacias hidrográficas são de domínio principal do tipo pluvial, no entanto, ocorre o desenvolvimento de regimes nivais (rios formados ou influenciados por águas derivadas de geleiras), no caso da bacia Amazônica e do Paraguai.
• Reduzido número de lagos.
• Predominância de rios com tipo de drenagem exorreica (rios que deságuam no mar).
• Os rios escoam suas águas sobre planaltos e depressões que resulta em um grande potencial hidráulico.
Diante da imensa abundância hídrica que o Brasil possui, salvo o sertão nordestino, o país está praticamente imune a falta de água ou pelo menos não possui grandes preocupações nesse sentido, é um grande privilégio, uma vez que a escassez desse importante recurso já se tornou realidade em muitos países e as previsões são pessimistas em relação ao assunto, até por que sabem que a água não é infinita como se acreditava anteriormente.
Os brasileiros são dissipadores quando o assunto é o nível de consumo de água e o devido tratamento que destinamos aos rios, especialmente aqueles que cruzam diversos centros urbanos, independente do tamanho. Em sua maioria se tratam de rios totalmente poluídos e sem vida pelo menos no perímetro urbano.
• Preponderância de foz (onde termina o curso de um rio) dos rios do tipo estuário (a foz se abre largamente sem acumulação de sedimentos) e restrita ocorrência de foz tipo delta (quando há um grande acúmulo de sedimentos na foz do rio).
• As variações fluviais das bacias hidrográficas são de domínio principal do tipo pluvial, no entanto, ocorre o desenvolvimento de regimes nivais (rios formados ou influenciados por águas derivadas de geleiras), no caso da bacia Amazônica e do Paraguai.
• Reduzido número de lagos.
• Predominância de rios com tipo de drenagem exorreica (rios que deságuam no mar).
• Os rios escoam suas águas sobre planaltos e depressões que resulta em um grande potencial hidráulico.
Diante da imensa abundância hídrica que o Brasil possui, salvo o sertão nordestino, o país está praticamente imune a falta de água ou pelo menos não possui grandes preocupações nesse sentido, é um grande privilégio, uma vez que a escassez desse importante recurso já se tornou realidade em muitos países e as previsões são pessimistas em relação ao assunto, até por que sabem que a água não é infinita como se acreditava anteriormente.
Os brasileiros são dissipadores quando o assunto é o nível de consumo de água e o devido tratamento que destinamos aos rios, especialmente aqueles que cruzam diversos centros urbanos, independente do tamanho. Em sua maioria se tratam de rios totalmente poluídos e sem vida pelo menos no perímetro urbano.
Rio Tietê em São Paulo.
informações obitidas nos sites:
IBGE
brasilescola
agb
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